CHRYSLER 300C 2005 – O SUCESSOR

Após ter carro destruído em acidente, norte-americano elabora novo projeto, que foi destaque na edição 2013 do SEMA Show

Um recomeço, uma segunda chance. É assim que muitas pessoas encaram a vida após sobreviver a doenças mais severas, ou graves acidentes. No caso de Juan Rosales, norte-americano da Califórnia, essa segunda chance veio em grande estilo: a bordo de um Chrysler 300C 2005 impecável.

Juan, membro do Nokturnal Car Club Orange County Chapter, se envolveu em um acidente automobilístico em 2008, que destruiu completamente o veículo que ele conduzia. É assim que começa a história do 300C que você acompanha nas páginas a seguir.
O dinheiro que Juan recebeu do seguro foi o pontapé inicial para este belo projeto, um dos maiores destaques na edição 2013 do SEMA Show. “Esse projeto se desenhou muito rapidamente. Eu, inclusive, consegui trocar algumas partes que sobreviveram ao acidente do meu antigo carro por peças para este novo veículo”, conta Juan.

CARA NOVA

A dianteira do modelo 300C foi completamente modificada e exibe os traços da Dodge Magnum SRT8 2008, o último modelo fabricado da Magnum, que teve sua produção descontinuada com apenas 240 modelos fabricados. “Tive de comprar todos os componentes diretamente do distribuidor, já que não encontrei em nenhuma loja especializada”, lembra Juan.
Outro importante detalhe é o teto de vidro, desenvolvido pela Classic Desgin Concepts, empresa especializada no acessório. As maçanetas e o acesso ao tanque de combustível originais foram retirados.
No entanto, o grande atrativo na parte externa do modelo é o banho de pintura com a coloração Tangelo Pearl, da House of Kolor. O serviço foi realizado pela oficina Duran’s Quality Paint.
Completam as modificações externas o novo conjunto de rodas. “Duas semanas antes do SEMA eu tive o prazer de conhecer Chuck B, na Raceline, e com ele encomendei as rodas Raceline Explosion de 24”. Elas possuem 24×9” na frente e 24×10” na traseira. Já os pneus são da Nexen, de medidas 275/25/24”, explica o proprietário.

INTERIOR

Joe, da California Uphosltery, foi o responsável pelos serviços no interior do bólido. Ele encurtou e remodelou os assentos traseiros e acrescentou com um console central na parte de trás. A pintura no interior acompanha a nova temática do 300C e a iluminação fica por conta de LED’s na cor laranja.
Instrumentos de medição em aço inoxidável, pedais de alumínio e alavanca de câmbio exclusiva foram adicionados ao interior. Tudo isso assinado pela Billet Technology.
O volante original também foi dispensado e substituído por um novo modelo da Blessed Motorsports

PREPARAÇÃO

No propulsor 5.7L Hemi tudo foi polido e cromado. Para destacar alguns componentes, Juan optou por pintá-los na tonalidade Flat Black. A tampa original que cobre parte dos componentes do motor do 300C não agradavam Juan, então ele a substituiu por uma versão extraída do modelo 6.1L STR.
Radiador Killer Glass, tampas de válvula American Car Craft, e detalhes cromados oferecidos pela Show and Performance finalizam as modificações sob o capô. Coletor de ar Airaid, corpo de borboleta Spacer e sistema de escape Magnaflow complementam as modificações.
Já a suspensão a ar do 300C consiste em um kit universal com compressores Viair modelo 444C. O carro também precisou receber alguns cortes para que ficasse mais próximo do assoalho. A suspensão inteira foi cromada, e tanto a suspensão quanto o disco de freio foram fornecidos pela oficina R1 Concepts. E com essas modificações o projeto se encontrava praticamente pronto.

E O SOM?

Praticamente. Faltava ainda um sistema de som, e ele veio posteriormente com um projeto desenvolvido pela Soundstream, empresa que, inclusive, levou o veículo para exposição em seu estande, no SEMA.
Player 2 Din VIR 7355NRBT, monitores nos encostos, kit componente modelo RF 60C, dois amplificadores Tarantula TRX 4.300, um amplificador Tarantula TRX 2.640, subwoofers Rubicon 12” e dois pares de 6×9” Tarantula compõem o sistema.
E neste momento aquele velho ditado popular cai como uma luva: há males que vêm para o bem. Não é?

 

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