Empresário de apenas 28 anos diz que “a idade” o fez procurar por um sistema com mais qualidade. Confira!

Apesar de ter apenas 28 anos, o empresário paulistano Leandro Giorgette, dono do Jetta 2008 desta reportagem, considera que “a idade” foi a responsável pela evolução do seu conceito de som de qualidade.

“Sempre tive carros com sistemas potentes, mas antes eu priorizava mais as batidas. Agora, que estou mais velho, optei por um sistema com mais qualidade, embora ainda aprecie música eletrônica”, conta.

Mas, além de um som de qualidade, que garantisse não apenas os graves da música eletrônica, mas também o perfeito equilíbrio entre as frequências, Leandro ainda tinha duas exigências para o profissional encarregado de executar o projeto: preservar a originalidade do veículo, com a instalação dos aparelhos com discrição, e manter espaço livre no porta-malas.

“Quando viajo levo a namorada, o cachorro e muitas malas, por isso não pude abrir mão do espaço”, brinca.

A tarefa de projetar e instalar o sistema no Jetta de Leandro coube a Leandro Paganini, 35 anos, que tem um estúdio fechado e trabalha apenas com agendamento prévio.

“Conheci meu xará por meio da Internet”, conta o empresário.Mas, além de um som de qualidade, que garantisse não apenas os graves da música eletrônica, mas também o perfeito equilíbrio entre as frequências, Leandro ainda tinha duas exigências para o profissional encarregado de executar o projeto: preservar a originalidade do veículo, com a instalação dos aparelhos com discrição, e manter espaço livre no porta-malas.

“Quando viajo levo a namorada, o cachorro e muitas malas, por isso não pude abrir mão do espaço”, brinca.

 

Tudo à mão

O sistema é capitaneado por uma central multimídia Caska, aparelho que reúne, entre outras funções, a de navegador GPS, TV digital, conexão integrada para iPod, Bluetooth, interface para comando de volante, entrada USB, câmera de ré, além de sintonizador AM/FM e DVD player.

Para que não houvesse perda da qualidade sonora, foi instalado um processador de áudio, o Bit One, da Audison. “Este equipamento “zera” a equalização de entrada e faz a adequação do sinal que vem da estação multimídia.

Assim, os amplificadores recebem o sinal todo acertado, com equalização de 31 bandas por canal, crossover totalmente ajustável, tanto em alinhamento quanto em pontos de cortes e atenuação personalizada, além de possuir um delay que ajusta o tempo de chegada de cada alto-falante do sistema”, explica Paganini.

O Bit One recebe o sinal do DVD por uma entrada digital coaxial, o que auxilia muito na qualidade de áudio final.

O equipamento também tem pré-ajustes personalizados por um software instalado no laptop. Assim, quando o proprietário quiser modificar todas as configurações, ele tem um controle frontal em suas mãos, com quatro pré-ajustes diferentes para cada tipo de música.

“Tive uma aula sobre como lidar com o aparelho e agora ficou fácil”, conta Leandro. Para este controle frontal foi construído um suporte sob o painel, acima do console central.

Falantes camuflados

Para a reprodução do estéreo, foi utilizado um kit três vias Focal, cujos falantes foram acomodados nas portas, em locais originais.

As laterais de portas foram tratadas acusticamente com Dynamat extreme, exigência do proprietário, que pediu que os falantes ficassem escondidos. “Apesar dessa dificuldade de execução, o resultado ficou surpreendente”, avalia o instalador.

O sistema é amplificado por três amplificadores Audison da linha LRx. Um aparelho com quatro canais de 65 WRMS alimenta tweeters e médios, outro com dois canais de 150 WRMS toca os médio-graves. Um último, mono, de 650 WRMS, serve a um subwoofer de 12”.

O sistema tem crossover ativo com cortes feitos um a um pelo Bit One, com alinhamento Linkwitz em 24 dB/oitava com ajuste de tempo de chegada para cada um dos sete alto-falantes.

Porta-malas

Já que a exigência do proprietário era manter o máximo possível de espaço disponível no porta-malas, Paganini optou pela construção de caixa acústica para o subwoofer JL Áudio de 12” em MDF de 25mm, mas que tivesse os cantos modelados para encaixar perfeitamente ao veículo e aproveitar melhor os espaços.

Nesta caixa foi acoplado um rack com dupla face para acomodar os amplificadores, o processador Bit One, porta-fusível de quatro vias com bloco distribuidor também de quatro vias incorporado e megacapacitor de 1,3 Farad Audison/Conection.

A junção das duas peças foi feita sem um furo sequer no carro. Para dar um visual mais atraente, foi feita uma máscara com o carpete original de fundo e uma moldura embutida na cor branco pérola fosco. “Ficou bem diferente”, diz Paganini.

Para alimentar todo o sistema, o cofre do motor recebeu uma bateria Optima, modelo Yellow Top. Toda a fiação da parte de alimentação do Jetta foi modificada.

Para alimentação do sistema, cabos RCA, porta-fusíveis e capacitor da marca Connection linha Sonus, com os cabos para alto-falantes da marca Leandro Paganini Design, confeccionados especialmente para o Jetta.

Atrás do banco traseiro estão escondidos o Bit One, um megacapacitor e um porta-fusível com distribuidor de terras, todos da marca Audison. Ao rebater os bancos traseiros tudo aparece em um fundo preto.

Na parte de fora do Jetta, o visual original foi “quebrado” com molas Eibach, pneus Continental mais largos do que os originais e kit de xénon 4.300k

Para quem olha o carro de fora, o sistema parece original, somente aparece quando o porta-malas é aberto. Mas quando o ouvinte senta no banco do motorista pode perceber a sensação do palco a sua frente parecendo um verdadeiro show. “Foi além das minhas expectativas”, diz o agora exigente empresário. É a sabedoria da “idade”.

 

Quem fez:

Leandro Paganini Design

www.leandropaganini.com.br

leandropaganini@uol.com.br

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