Modelos que respeitam o meio ambiente indicam o futuro da produção de pneus

No Dia do Meio Ambiente (5 de junho), a Goodyear mostra exemplos de pneus carregados de conceitos sustentáveis, além das iniciativas da sua planta em Americana (SP), como reúso de recursos hídricos e cogeração de energia

Em comemoração ao Dia do Meio Ambiente, 5 de junho, a Goodyear demonstra seu comprometimento com a sustentabilidade por meio das ações que desenvolve na sua planta em Americana (SP). Uma delas é a reutilização no processo produtivo de 50% da água captada, volume equivalente ao consumido por 4436 habitantes por dia, tendo em vista o consumo humano diário médio de 110 litros de água por pessoa. Outro destaque é o projeto de cogeração de energia elétrica por meio do gás natural que, além de reduzir custos operacionais, diminui as emissões de poluentes na atmosfera ao permitir a geração de 60% da energia elétrica e 100% do vapor consumidos na fábrica. O projeto traz alta confiabilidade da energia térmica a partir do vapor e a economia na transmissão e distribuição dessa potência, fazendo com que a Goodyear fique menos exposta às variações de custo de energia do mercado.

Mas não é só no processo produtivo que a Goodyear expressa a sua preocupação com o meio ambiente. São vários os exemplos de pneus-conceito que a empresa desenvolve e de modelos que já estão no mercado que levam em consideração as questões ambientais. São excelentes amostras das tecnologias e, entre elas, é possível citar os pneus fabricados com óleo de soja e modelos que utilizam casca de arroz em suas misturas na fase de produção.

Pneus-conceito que fazem a diferença hoje e no futuro

Ao atuar de forma alinhada às demandas das várias indústrias que atende, a Goodyear investe recursos humanos e financeiros no esforço de desenvolvimento de inovações que atendam as demandas do mundo moderno em termos de mobilidade. Neste sentido, a marca é reconhecida mundialmente pelos lançamentos de pneus inovadores. Conheça alguns modelos:

Pneu com casca de arroz – em 2015, a Goodyear firmou um acordo de fornecimento de sílica derivada da cinza de casca de arroz com a empresa chinesa de agronegócios e alimentos Yihai Food and Oil Industry pelo qual realizou testes que demonstraram que o produto tem o mesmo impacto que as fontes tradicionais em termos de desempenho dos pneus. A sílica é utilizada como agente de reforço em compostos da banda de rodagem de pneus.

Pneu de soja – comercializado nos EUA desde 2017, estes pneus utilizam óleo de soja misturados em compostos de borracha, com benefícios em termos de redução do consumo de energia e melhora na eficiência da fabricação de pneus. Sobre esta inovação, vale citar que pesquisas da empresa mostraram que o óleo de soja se mistura mais facilmente com os compostos de borracha e, desta forma, ajuda a reduzir o consumo de energia e melhora a eficiência na fabricação de pneus.

Oxygene – lançado em 2017 no Salão de Genebra (Suíça) e que, inclusive, veio ao Brasil para o Salão do Automóvel de São Paulo em 2018. O modelo propõe uma visionária solução para uma mobilidade urbana mais limpa, conveniente, segura e sustentável. Com uma estrutura única, que conta com musgos vivos que crescem dentro da parede lateral do pneu, aliada a um desenho inteligente da banda de rolamento que absorve e faz circular a umidade da água presente na superfície das ruas e estradas, o pneu permite que os musgos capturem CO2 da atmosfera para realizarem a fotossíntese, gerando a liberação de oxigênio para o ar. Em uma região metropolitana como a de Paris (França), com cerca de 2,5 milhões de veículos, o uso do Goodyear Oxygene nos veículos significaria gerar, praticamente, 3.000 toneladas de oxigénio e absorver mais de 4.000 toneladas de dióxido de carbono, por ano.

Recarregável – Um excelente exemplo de inovação e sustentabilidade é o modelo, cujo principal diferencial é a autorregeneração. Criado para trabalhar com um composto biodegradável que se adapta para mudar a textura da banda de rodagem conforme às necessidades individuais de cada veículo, o pneu simplifica radicalmente o processo de substituição dos pneus. No centro do conceito está um composto recarregável e biodegradável que pode ser abastecido por meio de cápsulas individuais. Cheias de um composto líquido personalizado, essas cápsulas permitem que a banda de rodagem se regenere e o pneu se adapte ao longo do tempo às circunstâncias climáticas, às condições da estrada ou simplesmente à maneira como os condutores desejam viajar ou dirigir. E, graças à inteligência artificial, é possível criar um perfil de motorista em torno do qual o composto líquido seria personalizado, gerando uma mistura composta sob medida para cada indivíduo. O composto em si seria feito de um material biológico e reforçado com fibras inspiradas em um dos materiais naturais mais complexos do mundo, que é a seda de aranha. Isso tornaria extremamente durável e 100% biodegradável.

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