Fraga Inteligência Automotiva projeta crescimento para setor de autopeças

Pesquisa aponta ainda que o setor de reposição foi o que obteve reação mais rápida e positiva no período da pandemia

Foto: peoplecreations

Apesar dos reflexos econômicos provocados pela pandemia do COVID-19, o mercado de reposição de autopeças deverá ter um crescimento positivo na ordem de 0,8% no acumulado do ano, comparado com o resultado de 2019. É o que aponta estudo da Fraga Inteligência Automotiva, empresa que há mais de 30 anos se dedica a fornecer informações precisas e práticas para tomada de decisão das principais montadoras e distribuidores do mercado automotivo. Ao longo de sua jornada a Fraga desenvolveu uma série de estudos e serviços que contribuem para maior previsibilidade e eficiência dos agentes comerciais do segmento.

Pioneira nos estudos da frota brasileira em circulação, a Fraga desenvolveu a mais precisa metodologia de cálculo de frota e demanda de autopeças para o mercado de reposição, além de ser reconhecida como a principal fonte de informações técnicas para o segmento. A Fraga atualmente abastece mais de 2.600 empresas do segmento com suas informações de inteligência (emplacamento, frota circulante e potencial de mercado) como também com informações técnicas (catálogos eletrônicos de veículos e peças automotivas).

“Nossa maior especialidade é o cálculo preciso da Frota Brasileira em circulação e, também somos experts no dimensionamento e projeção do mercado para os próximos cinco anos”, conta o Diretor de Inteligência de Mercado, Danilo Fraga. 

Resultados de 2020 e prévia para 2021

Os resultados apurados até o momento mostram que o setor de reposição de autopeças foi o que obteve reação mais rápida e positiva dentre os observados na indústria automobilística. Embora apontando um crescimento, Danilo afirma que, nesse momento, as maiores preocupações dos empresários do setor estão relacionadas a rentabilidade (por parte da indústria) uma vez que a taxa de câmbio pressiona os custos operacionais para cima e o mercado tem certa resistência em absorver aumentos.

Outro ponto preocupante é quanto a capacidade de abastecimento das indústrias aos agentes comerciais do segmento, que já estão alertando a falta de peças. Como reação imediata a falta de entrega, este elo comercial tende a elevar seu nível de pedidos e estoque o que pode ocasionar uma “miragem de demanda” pelo lado da indústria. “Ou seja, apesar do mercado estar aquecido, as indústrias deverão ter cautela e responsabilidade quanto ao nível de pedido de seus distribuidores, uma vez que se ‘realizados / entregues’ poderão inviabilizar as negociações dos meses subsequentes, desequilibrando a cadeia de abastecimento”, alerta o diretor. 

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