Texto: Bruno Bocchini (com informações do Acervo São Paulo Antiga)    Fotos: SPA

Imagine bater um Fordinho em 1911 e, literalmente, acabar com a carroceria; veja esse e outros casos curiosos

1911 – Acidente do Conde Matarazzo

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Já pensou bater um Fordinho a uma velocidade de… 40 km/h? No início do século XX ter um veículo motorizado não era acessível. Mas para o Conde Francisco Matarazzo não havia empecilho. O único senão foi o acidente que ele sofreu ao perder o controle de seu carro em 1911, em uma estrada que ligava o interior à capital. O carro regressou para São Paulo rebocado e parcialmente destruído. Airbag? Nem em sonho…

1968 – Colisão de Fuscas

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Se hoje você observar um acidente com dois VW Fuscas saiba: é quase cena de filme e um tanto quanto improvável. Em 1968 um acidente automobilístico no bairro do Bom Retiro teve dois “protagonistas” da Volkswagen. Um dos motoristas seguia a rua dos Italianos na contra-mão. A perícia fez questão de identificar na fotografia uma placa de direção de trânsito e o sentido da rua dos Italianos com uma seta, para mostrar a grave imprudência de um dos condutores. Sem perdão!

1974 – Acidente na rua Prates

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Cruzamentos sempre são cenários de acidentes graves. Em 1974 dois carros queridos da época, Opala e um Fusca, bateram no cruzamento da rua Três Rios com a Prates. Observe na foto que o sentido da rua Prates à época (bairro-centro) é o oposto de hoje.

Estrada da morte

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Parece produção de filme de terror, mas eram assim as placas de sinalização das estradas para o litoral paulista nos anos 20. Pista sinuosa, estreita e acidentes especialmente em trechos de serra eram bastante comuns. Para alertar os motoristas que desciam para a baixada, a placa na foto deixava bem claro os riscos da imprudência ao volante em plena Serra do Mar na antiga rodovia São Paulo – Santos. Creio em Deus pai…

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